quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Limite estereotipado

Durante nosso dia-a-dia é comum ouvirmos freqüentes reclamações de pessoas se subestimando, algumas do tipo: eu não posso, eu não consigo... Mas será que já paramos pra pensar se essas reclamações possuem realmente algum fundamento?
Somos acomodados ao acreditar que as fronteiras dos nossos limites não vão além do suportado pelo físico, quando na verdade, nossa mente age como um servidor que tudo comanda.
Atualmente não existe melhor exemplo do que mencionar a atuação dos atletas das mais variadas modalidades nos jogos do Parapan que foi realizado há alguns dias na cidade do Rio de Janeiro. Se existem limites físicos, estes com certeza são os menores. Em um palco onde a força de vontade faz o espetáculo não existe espaço para a conformidade das dificuldades.
A pré-disposição em acreditar que é mais fácil desistir bloqueia qualquer possibilidade, por menor que seja, de se lutar por algo desejado. Tal fato deve justificar nosso sedentarismo frente a inúmeras discórdias e desapontamentos.
“Tudo vale a pena se a alma não é pequena”. Fernando Pessoa tinha razão. Não existem limites para a mente humana, a não ser aqueles que criamos.

Um comentário:

Unknown disse...

Luana,

Gostamos (Tia Marly e Tiel) muito de todos os textos. Continue escrevendo, logo pensando. Parabéns!

sandy e junior